• aroa139

O que esperar da cultura data driven no pós-pandemia?



Tecnologias de armazenamento e tratamento de dados apresentam novas oportunidades de negócios


Sem perspectivas de retomada da vida normal de antes da pandemia, o mundo da tecnologia já começa a ter questionamentos sobre como será o cenário quando tudo isso passar. Será que o home office veio mesmo para ficar? Será que teremos modelos híbridos daqui em diante, parte remoto e parte presencial? Ou então, voltaremos de vez para o trabalho 100% presencial? A digitalização das organizações, feita às pressas para se adaptar às restrições econômicas, terá quais desdobramentos daqui em diante? Afinal, existirá um novo normal depois do que passamos?


Muitas dessas questões permanecem, evidentemente, em aberto, sendo que a única certeza no campo da tecnologia é que as organizações descobriram a importância dos dados.


Devido à diminuição do contato presencial com os clientes, elas tiveram que usar as ferramentas tecnológicas para coleta e análise de dados, com o objetivo de entender as necessidades do consumidor e até mesmo prever o seu comportamento de compra. Os dados também serviram para melhorar a performance das empresas, pois se tornou possível identificar erros críticos antes mesmo de eles acontecerem por meio de softwares de Analytics e Business Intelligence.


O futuro será ainda mais data driven

A cultura “data driven”, ou em português “guiado por dados”, vem se solidificando como um dos principais recursos estratégicos para guiar a tomada de decisão dentro das organizações, que não mais se apoiam apenas na “intuição” ou “feeling” dos gestores, mas sim em dados concretos, processados e analisados por computadores, capazes realizar projeções mais precisas de cenários futuros. A intuição permanece um fator humano indispensável para tomadas de decisão, mas agora mais qualificadas.


Com o fortalecimento da presença das organizações na internet, e a dependência cada vez maior que elas têm em relação a esse meio como plataforma de negócios, cada vez mais negócios ligados à nova economia investem em tecnologias de dados.


Desafios

No estágio atual, existem dois esforços principais para a implementação da ciência de dados nas organizações: primeiro, a adoção de tecnologias para coletar e organizar os dados; e o segundo a consolidação de uma cultura de dados que busque transformar as informações coletadas em valor para os negócios.


Em geral, os negócios de todos os segmentos que já haviam iniciado a sua orientação para dados foram os que tiveram menos dificuldades em meio à pandemia, e conseguiram reagir. O data driven representa um enorme potencial para os negócios, mas a sua adoção ainda demanda esforços que nem todas as organizações estão preparadas. Ainda é alto o investimento de recursos e de tempo, o que pode desencorajar o processo. Mesmo com a disponibilidade de muitos serviços de softwares em nuvem voltados a dados, as organizações ainda precisam de pessoal capacitado para fazer o planejamento e a estruturação e manutenção do ecossistema.


A tendência para o pós-pandemia aponta diretamente para o aperfeiçoamento da cultura data driven nos negócios, o que expandirá ainda mais as alternativas de aplicação dessa tecnologia. Nessa lógica, as organizações que reagirem com maior velocidade frente às mudanças e desenvolverem uma mentalidade voltada para dados serão aquelas mais capazes de se adaptar aos novos tempos.


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